quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Falha nossa



A imprensa mais uma vez falhou e as autoridades brasileiras precipitaram-se no caso da jovem pernambucana Paula Oliveira que denunciou o ataque de três supostos neonazistas na Suíça. Mesmo sem provas concretas a notícia caiu na rede e se espalhou, na quarta-feira dia 11 de fevereiro o programa Globo Online lançou em primeira mão a notícia. Toda a imprensa acatou e a divulgou. Somente na sexta-feira a TV Globo suspeitou da versão da jovem. O caso é confuso e há muitas contestações. Esse fato entra na história do jornalismo brasileiro como mais um episódio deprimente da falta de ética profissional, para piorar a situação estes casos estão aumentando com freqüência denegrindo a imagem do país no exterior e manchando a profissão jornalista. O caso da jovem advogada Paula Oliveira residente na Suíça caiu como uma bomba na mídia nacional e internacional, chegando a estremecer as boas relações que o Brasil tinha para com aquele país. Apesar de o Brasil ter boas relações internacionais muitos brasileiros são maltratados em diversos países e na maioria das vezes não existe divulgação, somente quando o fato atinge uma proporção maior, um exemplo claro é o da Espanha no período da campanha eleitoral o país colocou em pauta o problema da imigração, a maioria dos candidatos levantaram a questão e chegavam a hostilizar imigrantes inclusive brasileiros.

É muito importante para nós brasileiros mantermos as portas abertas no exterior, o que não podemos é perder o controle de nossas ações e sempre mantermos a ética. O episódio de Paula mancha nosso país e nosso profissionalismo, porque assim que a notícia entrou na rede surgiram várias versões infundadas, podemos por a culpa na globalização e no advento da internet mas, na verdade o que aconteceu foi uma sucessão de erros e despreparo dos profissionais de jornalismo e dos membros que representam nosso país. Mesmo com essa enorme necessidade de transmitir a notícia em primeira mão é imprescindível apurar, investigar, esmiuçar e comprovar o que se está dizendo. O desejo da notícia em tempo real está gerando um enorme descomprometimento com a veracidade do fato e com o sentido de ser jornalista. Indiferente da notícia o que temos que ter é consciência e que devemos respeitar o leitor, não importa em qual mídia esteja sendo veiculada. Existem profissionais que só querem “passar” a noticia, é necessário a busca de novos horizontes e não perder o verdadeiro sentido de ser jornalista.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Ciclos

Acredito que todo estudante esteja esperando o final das aulas. Ufa! Nem me fale, quase todos os meus colegas de faculdade estudam e trabalham. É impossível e até desumano não estressar. Nádia que o diga. Para quem começou estudar mais tarde como eu não é fácil, aliás o que foi fácil na minha vida. Hoje considero o estudo e o conhecimento uma das partes mais importantes da minha vida. Os obstáculos serão transpostos e a coragem revigorada.
Venceremos etapas e retornaremos o ciclo. O ciclo que parece que não termina nunca e sempre volta ao seu início. Paciência! É virtude! Tolerância! Vamos chegar na etapa final desse ciclo e vamos rir muito de tudo isso.

domingo, 2 de novembro de 2008

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Quem é o melhor?





Segundo turno não empolga belo-horizontino

O eleitor Belo Horizontino vai ter que voltar à urnas no dia 26 próximo para decidir quem será o melhor prefeito para a capital. Mas, o segundo turno não empolgou os belo-horizontinos por causa da má qualidade dos candidatos, nas ruas dá para perceber a insatisfação na cara do eleitor .Como em outras edições, a campanha para sucessão municipal não muda seu formato. continua o ataque aos adversários as alianças políticas movimentam o seu cenário, o que não muda é a postura dos candidatos perante o eleitor. Não se fala em prospostas concretas e fundamentada.Os tempos de tom ameno parecem ter acabado. Há 10 dias do segundo turno os candidatos à prefeitura da Capital, Leonardo Quintão (PMDB/PHS) e Márcio Lacerda (PSB) trocam farpas e "esquentam" a disputa. Quintão ganha apoio do PRB do v ice-presidente José Alencar; e Lacerda, de taxistas.
Por meio de nota, Leonardo Quintão voltou a contestar dados oficiais da Prefeitura de Belo Horizonte e reafirmou que a arrecadação da capital apresentou um aumento de R$ 499 milhões, no 1º semestre de 2008, equivalente a 27,34% em relação ao mesmo período do ano passado. O candidato destaca que o relatório Metas Tributárias feito pela PBH mostra uma "grande preocupação" com o incremento da receita do municipio. Já o candidato Márcio Lacerda, afirmou ontem , que a estratégia de ataque ao adversário dará a tônica do 2º turno. No encontro com taxistas, na Praça da Bandeira (Zona Sul de BH), Lacerda classificou o adversário como uma "pessoa destemperada".
Enfim, o belo-horizontino segue inseguro, incerto do futuro que está por vir.A campanha segue "quente" com trocas de gentilezas entre os candidatos, mas o que queremos saber é quem será o melhor? Espero que o povo saiba discernir os atores dos personagens da vida real.


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A base de tudo

A vida dos jovens das grandes cidades está ficando cada vez mais difícil, pouco tempo para dedicar aos estudos, necessidade de trabalhar cada vez mais cedo e ainda precisam ajudar nas despesas da família.
As distâncias estão cada vez maiores, os valores ficaram distantes, o trabalho , a faculdade tudo ficou longe, o almoço com os pais, o café com os avós. Isso tudo por causa da modernidade. A busca de novos horizontes fez com que os valores ficassem esquecidos.
As alterações no convívio familiar é motivo de pesquisas em todas as áreas, na psicologia, na sociedade como um todo o jovem sai mais cedo de casa, para trabalhar, estudar afastando de seus familiares. Muitas familias precisam do dinheiro para ajudar nas despesas alterando completamente a estrutura familiar.
Para Jean Piter Inzaghi a vida também não foi fácil. Porém ele fez algo diferente, o estudante planejou seu futuro. Estagiando na área de comunicação conseguiu assegurar por um tempo tranqüilidade na sua vida pessoal. Para ele família é a base de tudo, foi através da família que Jean encontrou forças para trabalhar e estudar.
Com o apoio da família e com as reservas que conseguiu guardar, o estudante segue firme em sua jornada. As distâncias já não o preocupam mais para ele é a superação para vencer.


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