terça-feira, 14 de outubro de 2008

Quem é o melhor?





Segundo turno não empolga belo-horizontino

O eleitor Belo Horizontino vai ter que voltar à urnas no dia 26 próximo para decidir quem será o melhor prefeito para a capital. Mas, o segundo turno não empolgou os belo-horizontinos por causa da má qualidade dos candidatos, nas ruas dá para perceber a insatisfação na cara do eleitor .Como em outras edições, a campanha para sucessão municipal não muda seu formato. continua o ataque aos adversários as alianças políticas movimentam o seu cenário, o que não muda é a postura dos candidatos perante o eleitor. Não se fala em prospostas concretas e fundamentada.Os tempos de tom ameno parecem ter acabado. Há 10 dias do segundo turno os candidatos à prefeitura da Capital, Leonardo Quintão (PMDB/PHS) e Márcio Lacerda (PSB) trocam farpas e "esquentam" a disputa. Quintão ganha apoio do PRB do v ice-presidente José Alencar; e Lacerda, de taxistas.
Por meio de nota, Leonardo Quintão voltou a contestar dados oficiais da Prefeitura de Belo Horizonte e reafirmou que a arrecadação da capital apresentou um aumento de R$ 499 milhões, no 1º semestre de 2008, equivalente a 27,34% em relação ao mesmo período do ano passado. O candidato destaca que o relatório Metas Tributárias feito pela PBH mostra uma "grande preocupação" com o incremento da receita do municipio. Já o candidato Márcio Lacerda, afirmou ontem , que a estratégia de ataque ao adversário dará a tônica do 2º turno. No encontro com taxistas, na Praça da Bandeira (Zona Sul de BH), Lacerda classificou o adversário como uma "pessoa destemperada".
Enfim, o belo-horizontino segue inseguro, incerto do futuro que está por vir.A campanha segue "quente" com trocas de gentilezas entre os candidatos, mas o que queremos saber é quem será o melhor? Espero que o povo saiba discernir os atores dos personagens da vida real.


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A base de tudo

A vida dos jovens das grandes cidades está ficando cada vez mais difícil, pouco tempo para dedicar aos estudos, necessidade de trabalhar cada vez mais cedo e ainda precisam ajudar nas despesas da família.
As distâncias estão cada vez maiores, os valores ficaram distantes, o trabalho , a faculdade tudo ficou longe, o almoço com os pais, o café com os avós. Isso tudo por causa da modernidade. A busca de novos horizontes fez com que os valores ficassem esquecidos.
As alterações no convívio familiar é motivo de pesquisas em todas as áreas, na psicologia, na sociedade como um todo o jovem sai mais cedo de casa, para trabalhar, estudar afastando de seus familiares. Muitas familias precisam do dinheiro para ajudar nas despesas alterando completamente a estrutura familiar.
Para Jean Piter Inzaghi a vida também não foi fácil. Porém ele fez algo diferente, o estudante planejou seu futuro. Estagiando na área de comunicação conseguiu assegurar por um tempo tranqüilidade na sua vida pessoal. Para ele família é a base de tudo, foi através da família que Jean encontrou forças para trabalhar e estudar.
Com o apoio da família e com as reservas que conseguiu guardar, o estudante segue firme em sua jornada. As distâncias já não o preocupam mais para ele é a superação para vencer.


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